O módulo responde a uma pergunta que a manutenção predial não responde: este equipamento pode ser usado num paciente agora?
Ir para a tela: Contratos de manutenção
A distinção parece sutil e decide o uso do equipamento:
Por isso são dois campos separados, com dois efeitos diferentes, e não um estado único de "vencido".
A RDC 751/2022 da Anvisa classifica os equipamentos em quatro classes de risco. Elas definem a periodicidade mínima da manutenção:
Classe IV é ventilador, desfibrilador, bomba de infusão: falha ali mata, e é por isso que ela tem o intervalo mais curto.
A Anvisa publica alertas de recall, suspensão e interdição de produtos para a saúde. Lê-los é fácil; saber se atingem o parque do município, não.
O alerta chega pelo registro Anvisa do produto — e é por isso que esse campo existe no cadastro do equipamento: sem ele, o alerta do fabricante não encontra o equipamento no parque.
O que o módulo faz que a consulta manual no site não faz: cruza o alerta com o parque instalado e diz quantos e quais equipamentos estão afetados. É a diferença entre ler uma notícia e saber que três ventiladores da UTI precisam sair de operação hoje.
Medir em dias seria mais fácil de ler e destruiria o indicador: um reparo de 40 minutos e um de 20 horas viram "menos de um dia" e "um dia", e a diferença entre atender rápido e atender mal desaparece.
Duas decisões sustentam a confiabilidade dos números:
E o intervalo entre falhas é medido da conclusão de uma até a abertura da seguinte: é o tempo em que o equipamento esteve bom, não o tempo entre reparos.
A previsão de substituição usa três critérios, e o terceiro é o mais útil e o menos óbvio:
1. Idade do equipamento 2. Obsolescência declarada 3. Custo de manutenção acima de metade do valor do bem — consertar passou a ser mais caro que trocar
*"Um equipamento novo que quebra toda semana custa mais que um velho que nunca falha."*
Ordem cancelada fica com o motivo. Equipamento baixado fica com a data e a justificativa. A fiscalização pergunta o que aconteceu com o que sumiu.
E as recusas são todas com a razão explícita:
O QR Code é gerado no servidor, não por serviço externo: a etiqueta identifica patrimônio público, e mandá-la a um domínio de terceiro para virar imagem vazaria o dado e deixaria a impressão dependente de internet.
Uma demonstração com os dados do seu município mostra melhor que qualquer descrição. Sem compromisso.