O protocolo é o registro de que o município recebeu um pedido e o que fez com ele.
Um processo que passou por cinco setores não está atrasado porque demorou no total. Está atrasado se parou tempo demais onde está agora.
É a distinção que torna o atraso acionável: ela aponta o setor, não o processo.
Sem ela, o painel mostra uma lista de processos velhos e ninguém sabe de quem cobrar.
Sem assunto, o protocolo vira uma caixa de entrada sem regra, e o prazo legal deixa de ser controlável.
O assunto carrega três coisas:
E não há cadastro de taxa próprio: duplicá-lo faria o município manter dois valores para o mesmo serviço.
Abertura, trâmite, recebimento, complemento, encerramento, arquivamento, reabertura — cada um vira uma linha no histórico, com autor e data.
É essa linha do tempo que prova, num questionamento, quem fez o quê e quando.
Cada situação do processo carrega se ela ainda está aberta.
É o que separa o que está na mesa de alguém do que já foi encerrado — e é o que faz o indicador de atraso não contar processo arquivado.
O número identifica o processo dentro do ano, como manda a prática de protocolo.
2 telas — assuntos e processos digitais
2 models com 1.845 linhas
Roteiro por assunto com prazo por etapa e cálculo de atraso na etapa atual
Uma demonstração com os dados do seu município mostra melhor que qualquer descrição. Sem compromisso.